Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 51/2023, de 3 de julho, são corporizadas na orgânica do Turismo de Portugal, I. P., novas vertentes de atuação, mais adequadas aos atuais desafios, tais como a dimensão das redes e das conectividades, enquanto preocupação de primeira linha no desenvolvimento da sua missão, assim como uma gestão mais próxima, integrada e eficiente da rede de equipas de turismo no estrangeiro. Para tal, o Turismo de Portugal, I.P. passa desenvolver a sua ação no exterior, através de uma rede de equipas de turismo no estrangeiro, que atua de forma unificada com os serviços periféricos externos do Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE), da respetiva área geográfica e na dependência funcional do chefe de missão diplomática, ou a ele equiparado.
AHRESP aplaude decisão de suspender sistema europeu de controlo de fronteiras
A decisão de suspender, por um período temporário de três meses, a aplicação do novo sistema europeu de controlo de fronteiras, bem como o reforço imediato do dispositivo operacional com a integração de militares da GNR, revela uma atuação responsável, pragmática e...






