Negócios | Depressão Kristin: AHRESP realiza levantamento de prejuízos das empresas através da suas delegações regionais

Fev 3, 2020

Em declaração ao Negócios, a AHRESP referiu que "muitas empresas continuam encerradas e não conseguem, neste momento, indicar uma previsão para a retoma da atividade". A associação considera que "todo o apoio é relevante e necessário neste contexto", mas sublinha que "a eficácia dessas medidas dependerá, sobretudo, da sua celeridade e da forma como vierem a ser regulamentadas"

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Nesta fase, a AHRESP ainda não dispõe de uma estimativa consolidada dos prejuízos causados pela depressão Kristin junto das empresas que representa, estando “a realizar um levantamento no terreno, também através das nossas 16 delegações regionais, que cobrem todos o território português, mas é um processo demorado, desde logo porque há localidades que continuam com falhas de comunicações.

O que a associação pode avançar, “de forma muito preliminar, é que os relatos apontam para situações graves, incluindo destruição de estruturas e instalações, danos significativos em mobiliário e equipamentos e perda total de stocks. Muitas empresas continuam encerradas e não conseguem, neste momento, indicar uma previsão para a retoma da atividade, seja por falta de energia, água ou comunicações, seja pela dimensão dos estragos sofridos.

Relativamente às medidas anunciadas pelo Governo, a AHRESP considera que todo o apoio é relevante e necessário neste contexto, mas sublinha que a eficácia dessas medidas dependerá, sobretudo, da sua celeridade e da forma como vierem a ser regulamentadas. “As empresas enfrentam problemas imediatos de tesouraria e de reposição de condições mínimas de funcionamento, pelo que é essencial que os instrumentos de apoio sejam rápidos, simples e ajustados à realidade dos negócios, para que possam chegar a tempo de evitar o encerramento definitivo de mais empresas.

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