A assinatura do protocolo contou com a presença do Presidente do Governo dos Açores, José Manuel Bolieiro, e do Presidente da AHRESP, Carlos Moura, marcando o arranque formal desta nova Plataforma dedicada à valorização, qualificação e promoção dos produtos locais. Entre as várias iniciativas já previstas, destaca-se a organização de rotas gastronómicas, conferências e iniciativas no território açoriano, projetando Portugal como destino gastronómico de excelência.
Na sua intervenção, a abrir a cerimónia, o Presidente da AHRESP, Carlos Moura, começou por agradecer ao Governo Regional dos Açores e ao seu Presidente, afirmando que a sua presença “confere dignidade e ambição nacional a este desafio”. Em seguida, explicou que a nova Plataforma está estruturada em três pilares fundamentais: “As empresas, que quando reconhecidas e distinguidas registam, em média, um crescimento de 20% na sua faturação, porque a valorização gera competitividade; as pessoas, porque não há empresas sem profissionais e a sua capacitação é essencial; e o território, que não é meramente cenário mas sim um ativo estratégico, determinante para o sucesso dos negócios.”
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José Manuel Bolieiro, presidente do Governo Regional dos Açores e Carlos Moura, presidente da AHRESP
Carlos Moura sublinhou ainda que a assinatura do protocolo representa apenas a primeira fase do projeto: “A segunda fase é a implementação. A AHRESP é uma associação de ação e o trabalho começa já.”
Por sua vez, José Manuel Bolieiro destacou o papel da associação enquanto parceiro estratégico nacional: “A AHRESP é hoje um parceiro de prestígio, essencial para alavancar a promoção e o reconhecimento deste projeto. Portugal tem uma dimensão oceânica que coloca o país entre as grandes economias do mundo na área da economia azul. Esta é uma dimensão que tem mais futuro do que história.”
O Presidente do Governo dos Açores sublinhou ainda que o turismo é uma atividade que promove a paz, a interculturalidade e a projeção internacional do país: “O turismo não é apenas acolhimento, é também experiência. E é através da gastronomia que essa experiência gera identidade, empatia e vontade de regressar.” Convocando os empresários a aderirem à iniciativa, José Manuel Bolieiro reforçou que o sucesso do protocolo será “o sucesso dos empresários, da economia turística e da dimensão global de Portugal”.
A Plataforma Nacional das Cozinhas do Mar junta-se às já existentes Plataformas Nacionais do Pão, do Chocolate e da Pastelaria, reforçando o posicionamento da AHRESP na valorização dos produtos endógenos e da identidade gastronómica portuguesa.






